terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Minimalismo é ser livre

     Ultimamente tenho encontrado vários artigos sobre a vida através do minimalismo, não somente aquele em sentido artístico e arquitetural, mas sim o minimalismo através da vida das pessoas, as suas necessidades e questionamentos.

     A proposta do Minimalismo é interessante e gostei muito do texto apresentado no site www.eumesintobem.com.br
    
     Por isso estarei reproduzindo logo abaixo, mas antes, fica a dica de um som, "Silverchair- Young Modern", são músicas muito legais, com arranjos inspirados na arte minimalística.




Minimalismo: a arte de identificar o essencial

     A vida da maioria das pessoas atualmente mostra-se extremamente atribulada. É muita coisa para fazer e muito pouco tempo para fazer tudo. Parece que os dias já não dão mais conta da quantidade de afazeres e era preciso que cada um tivesse 48 horas para que ficássemos satisfeitos.
     O resultado é estresse, infelicidade, problemas de saúde, dívidas e dezenas de outros problemas.
Será que tem que ser assim? Será que precisamos passar nossas vidas trabalhando para comprar coisas que na verdade não precisamos só para agradar outras pessoas enquanto nós mesmos vamos ficando infelizes?
     Começam a surgir movimentos que param para pensar o estilo de vida que estamos levando nesse comecinho de século XXI. Um deles é o movimento minimalista - que na verdade existe há muito tempo, mas agora vem ganhando mais força.
     O minimalismo prega que você deve ter menos, consumir menos, fazer menos coisas. Assim, terá tempo para o que realmente importa na vida: divertir-se, ficar com os amigos e familiares, cuidar da própria saúde.
Muita gente rejeita essa ideia por acreditar que uma vida minimalista é uma vida sem graça, sem nada o que fazer. Mas o objetivo é justamente o contrário. É criar tempo e espaço para fazermos o essencial.
     O lema dos minimalistas é: identifique o essencial, livre-se do restante.
     Isso pode ser aplicado no seu trabalho, na sua casa, na sua alimentação, na sua rotina de uma maneira geral. Que tal começar?

2 comentários:

  1. As pessoas estão cada vez mais gananciosas e capitalistas, sentimentos estão ficando para atrás ou estão postos a venda, hoje as coisas mais essenciais, aquelas mais simples, como por exemplo, brincar com seus filhos, caminhar sem se preocupar com o que você tem que fazer ou deixar de fazer,coisas tão simples e tão raras ultimamente.Esta sendo tudo trocado por dinheiro,conforto,os pais acham que podem conquistar e criar bons filhos oferecendo tudo do "bom e do melhor",mas não é bem assim,falta a essência do sentimento,sabe viver com menos,mas viver feliz,se sentir amado,praticar o desapego as coisas materiais,é um realismo que é bom ter uma vida confortável,mas também temos que ser realista e ver que de nada vai adiantar no final,passar a vida preocupado com ganhar e viver confortavelmente e não viver feliz,não se sentir feliz,ou se quer se lembrar que cheiro,qual era a essência da sua infância e como era nas coisas simples que você era feliz,não era um super brinquedo tecnológico e sim fugir da tua mãe para tomar um simples banho de chuva,era reunir toda a família e brincar com seus primos no barro,era isso,é isso ser simples,um simples desapego.Desapego... Que exercício difícil para nós ainda presos ao ego humano... o apego é uma das maiores ilusões da vida terrena... Apegar-se a que? A quem? Apegar-se para que? Se tudo é transitório, se tudo é passageiro...

    Camila.Rodrigues

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  2. Valiosa contribuição, muito obrigado!

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