domingo, 20 de março de 2011

Um Fim Sentimental

     Parece que com a última postagem, eu fiz uma premonição. Foi várias situações curiosas para não dizer tristes. Tenho visto que com o novo mundo e com as novas demandas sociais, tudo vale muito e tudo vale nada!
      Ontem quando as coisas seguiram seu provável "Fim Sentimental" abarrotado de lágrimas imaturas de um ser passional, as minhas convicções novamente se abriram. Não sei como e nada sobre viver de uma forma mais racional. Mas nesses perigos e armadilhas da vida moderna, as situações emblemáticas acontecem certamente trazendo ensinamentos sobre garotas "Haha" sobre as mentiras, sobre o desinteresse e o desrrespeito.

     É improvável que qualquer texto ou mensagem ou apelo possa mudar você ou sua forma de agir. Mas nunca são precoces aqueles que vivem da virtude da palavra. A mentira é uma ruína e nada melhor que afastar seus efeitos do nosso dia.

      Em toda minha vida, jamais tinha sentido o que senti! Se a vergonha de outro alguém fosse tudo aquilo que vi, talvez jamais a paixão estivesse em meu coração novamente! Mesmo assim te ver lá através da mentira foi como uma dor que não sentimos, apenas matamos mais um pouco do nosso coração! 

Segue a coluna de um grande escritor que com suas palavras serenas, enobrece nossa alma!


9 de março de 2011 | N° 16644
PAULO SANT’ANA


Sentir falta

A um amigo que estava no Exterior, eu disse pelo telefone transcontinental: “Tenho a certeza que o que mais me aflige não é a tua ausência. O que mais me aflige é a incerteza e a dúvida sobre a tua volta.”

Isso sobre a distância da gente com as pessoas queridas é um assunto muito grave.

Pior que a distância que nos separa de uma pessoa amada é saber que ela nunca mais voltará para nós.

Quando a distância é passageira, quando dias ou meses depois a pessoa amada volta, a gente tira de letra.

Mas e quando a pessoa amada não volta mais, que fazer da dor e do vazio que nos consomem?

Não há nenhuma diferença entre uma pessoa que amamos e nunca voltará para nós, apesar de viva, e a pessoa que amávamos, que morreu, e assim nunca mais a veremos.

Não há nenhuma diferença. Uma pessoa que amamos mas nunca mais será nossa é a mesma coisa que se tivesse morrido.

Quando eu amo uma pessoa, peço a Deus que faça com que eu morra antes dela. Ela morrer antes de mim me causará uma dor inenarrável.

Não há maior dor espiritual do que assistir a um enterro de uma pessoa que se ama.

Eu às vezes desconfio que esta história de que a finitude da vida foi a coisa mais bem feita pela natureza é uma balela.

Sei muito bem que, se a vida não tivesse fim, se fôssemos imortais, a vida perderia um encanto essencial.

Mas acontece que é tanto terrível assistir-se à morte de uma pessoa amada quanto saber-se que é concreta a hipótese de que morramos e deixemos sobrevivendo nesse mundo a pessoa que nós amamos.

Duas pessoas que se amam deviam, para a vida ser perfeita, morrer no mesmo instante, dentro de um avião em queda livre ou soterradas por um terremoto. Mas no mesmo momento.

Porque não há nada mais trágico, desastroso e dolorido do que sobreviver à morte de uma pessoa amada.

Quando pararem todos os relógios da minha vida e a voz dos necrológios gritar nos noticiários que eu morri, não quero deixar neste mundo nenhuma pessoa que me ame: quero livrá-la deste gigantesco sofrimento.

Não há nada mais triste nem caótico que sentir falta de alguém. É tão triste sentir falta de alguém que morreu quanto sentir falta de alguém que está vivo. Nem sei qual a mais lamentável falta.

Deus permita que em todo o pequeno resto de vida que me sobrou eu não sinta falta de ninguém.

E que ninguém venha a sentir falta grave e profunda de mim.

quarta-feira, 9 de março de 2011

O Amigo e as Garotas

     Vislumbrar a dogmática dos relacionamentos e o que as mulheres querem de um homem é sempre um tarefa exaustiva. Reconheço que não sou nenhum guru, ainda mais sobre um assunto que o mundo discorda. Entretanto essa semana meu velho amigo, sem mais a quem recorrer, esteve em minha cia. fazendo inúmeros questionamentos sobre o comportamento de algumas mulheres, eis então o tema!

     O amigo era um desanimo só, em cada duas frases proferidas, lágrimas e soluços. Não sabia eu que ver um homem chorar poderia ser contagiante e muito triste. Até me fez lembrar que também choro!
Em resumo ele sofreu uma desilusão amorosa, basicamente fundada em mentiras e em um comportamento lamentável de uma menina. Em um dia ela amava o garoto, era lindo, indispensável, tudo de bom. No outro dia já não se via a mesma empolgação, as mensagens já não chegavam, os elogios já viraram coisa rara, o garoto já se culpava pelo desapego feminino.

     Bom, em casos assim a razão é a virtude mais fiel para compreender o que aconteceu e como evitar futuras mágoas. Precisei ser sincero e esclarecer ao meu amigo, alguns pontos importantes, vamos a eles:

Confiar nas palavras de uma jovem mulher é um engano danoso, para as meninas de hoje a mentira é um comportamento comum, o incomum seria a verdade. Por isso só é maduro aquele que demora a acreditar.

Existe uma grande diferença entre entender as coisas ao entender as pessoas, por isso é preciso ter calma na paixão, a sabedoria mora em saber parar. Já dizia o velho ensinamento: "Não existe sábio a cavalo".

 A cautela no amor é sempre útil, seja pra promover o seu sucesso, seja para consolar o seu fracasso, nunca se engane com as garotas.

Por fim, saber pensar nas coisas com lúcidez e para o seu próprio bem estar: saber esquecer é fundamental!

 Mesmo diante de ensinamentos teóricos maravilhosos é certo que não consegui consolar o arrasado amigo, talvez a perda de um amor nunca possa ser analisada de perspectiva tão racional. Mas quando o coração já mergulhado em paixão é escondido pela névoa da mentira, uma boa bebida pode ser a solução temporária!



     Não quero culpar mulheres nem homens por todos os desafetos amorosos, seria um exagero. Todo caso seria prudente dizer às pessoas de bem, não menosprezem o afeto, estamos nesse mundo para viver na paz de Deus e mentiras de amor são dispensáveis. Sejamos sinceros!

     Ao meu amigo, força, hora de mudar e restaurar o prazer!
     Você nunca estará sozinho, conta comigo!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval X Educação

Alguns tempos atrás eu gritaria enfurecido em uma discussão de bar sobre o carnaval, novelas, big brothers, músicas brasileiras, trânsito...

Agora novo tempo me confere mais serenidade que fortifica as minhas posições sobre os mesmos assuntos.

Estou muito cansado para falar sobre como o carnaval é algo inversamente proporcional à educação, por isso selecionei um video que esclarece a situação.
Não preciso falar mais nada!